sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Tolkien lendo em élfico.

John Ronald Reuel Tolkien, ou melhor dizendo, J.R.R. Tolkien foi quem nos presenteou com três dos melhores livros de todos, senão os melhores, e todos sabem do que eu estou falando. Estou falando da trilogia de O Senhor Dos Anéis. Quem nunca leu os livros devia ler porque eles realmente são bons, não estou falando porque sou fã e mimimi, é porque a história em si é envolvente e muito boa! O filme também, é ótimo, mas, como a maioria das vezes, o livro é melhor mesmo.
Tolkien não criou somente a trilogia, mas também o universo dos orcs, dos elfos, dos hobbits, a história inteira sobre o anel e também sobre a Terra Média. Ele criou, também, como falar élfico! Sim, essa criação é considerada por mim a melhor e até hoje todos o consagram por ter criado essa linguagem própria. Podemos dizer até que é um "código" entre fãs.

Então, achei um vídeo de Tolkien lendo o maior poema em Quenya, conhecido como "Adeus" e o nome verdadeiro é "Namarië"



Bem, TRADUZINDO TUDO NÉ 
Namarië com a tradução de Tolkien intercalada 
(OBS: As linhas de tradução e as do texto nem sempre vão ser perfeitamente combinadas porque a ordem das palavras não são as mesmas)


         Ai! laurië lantar lassi súrinen,
          Ah! como ouro caem as folhas ao vento,
          yéni únótimë ve rámar aldaron!
          longos anos inumeráveis como as asas das árvores!
          Yéni ve lintë yuldar avánier
          Os longos anos se passaram como goles rápidos
          mi oromardi lissë-miruvóreva
          do doce hidromel em salões altos
          Andúnë pella, Vardo tellumar
          além do Oeste, sob as abóbadas azuis de Varda
          nu luini yassen tintilar i eleni
          onde as estrelas tremem
          ómaryo airetári-lírinen.
          na voz de sua canção, de santa e rainha.
          Sí man i yulma nin enquantuva?
          Quem agora há de encher-me a taça outra vez?
          An sí Tintallë Varda Oiolossëo
          Pois agora a Inflamadora, Varda, a Rainha das Estrelas,
          ve fanyar máryat Elentári ortanë
          do Monte Semprebranco ergueu suas mãos como nuvens
          ar ilyë tier undulávë lumbulë
          e todos os caminhos mergulharam fundo nas trevas;
          ar sindanóriello caita mornië
          e de uma terra cinzenta a escuridão se deita
          i falmalinnar imbë met,
          sobre as ondas espumantes entre nós,
          ar hísië untúpa Calaciryo míri oialë.
          e a névoa cobre as jóias de Calacirya para sempre.
          Sí vanwa ná, Rómello vanwa, Valimar!
          Agora perdida, perdida para aqueles do Leste está Valimar!
          Namárië! Nai hiruvalyë Valimar!
          Adeus! Talvez tu hajas de encontrar Valimar!
          Nai elyë hiruva. Namárië!
          Talvez tu mesmo hajas de encontrá-la. Adeus!

E também o texto em élfico:


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